As duas melhores equipas chegaram a final, pelo caminho derrotaram grandes históricos e novas revelações, e essa é a prova do seu valor.
As equipas não nos desiludiram as expectativas criadas em volta do encontro, e mostraram o porquê da razão do futebol ser o desporto rei.
A primeira parte foi mais renhida, o que fez com que houvesse outra intensidade de volta do jogo, e nos prendesse, na minha opinião, mais ao jogo dentro das 4 linhas, afinal estávamos prontos para assistir a grande confronto.
Mas fora delas não se esteve mal, Wembley vivia um momento fantástico, digno de uma final da Liga dos Campeões, afinal o espírito que envolve o estádio também é muito importante para o espectáculo do futebol.
O jogo começou e o Manchester dominou nos primeiros 10 minutos, carregou no acelerador sempre no sentido da baliza do adversário. E durante esse tempo a equipa inglesa fez algo que muito raramente se vê, dominar na posse de bola (como sabemos o Barcelona gosta de ter a bola nos pés e fazer o jogo constantemente em passe até encontrar uma falha onde é possível se infiltrar), se o Manchester se aguentasse nesse ritmo todo o jogo o Barça teria uma tarefa difícil para vencer.
Mas esse período muito depressa acabou, a equipa de Pep Guardiola acordou e começou a impor toda a sua pressão. Depois de Pedrito ter falhado uma boa oportunidade minutos antes, aos 27 acabaria por não falhar, com uma especial atenção para a magnífica assistência de Xavi.
A equipa de Sir Alex Ferguson não desistiu, e o mestre do Manchester (Giggs) mostrou que velhos são os trapos fazendo a assistência ao lance em que Rooney marcou o golo do empate.
Estava assim feito o empate aos 34 minutos. A primeira parte teve mais umas oportunidades de golo, onde ainda houve possibilidades de se ver Manchester, mas com um aumento do rendimento da equipa catalã. Estava reservado o lugar para os próximos emocionantes 45 minutos.
Entrou a segunda parte, entrou a montanha russa, a equipa do outro mundo, sem classificação possível, desorientou um fortíssimo adversário como o Manchester United, mandando-os para apenas para a defesa. O Barcelona queria mesmo levar a taça para casa e mostrou-o, e aos 54 minutos aconteceu o que estava previsto segundo golo, apontado por Messi, e para não existir dúvidas Villa faz um golo de excelência, aos 69.
Apesar da entrada de Nani, o Manchester não alterou e continuou exprimido na Máquina Catalã.
Fim do jogo, vitória incrível, que transporta este FC Barcelona directamente para a história do futebol como uma das melhores equipas de sempre.
Até a próxima, mis amigos.
A.N.

Parabéns pelo excelente artigo.
ResponderEliminarFoi de facto uma grande final, e posso dizer que foi a melhor final europeia que eu me lembro de ter visto. Se o Barcelona continuar assim nos próximos anos arrisca-se a tornar-se de longe a melhor equipa de todos os tempos.
Bom artigo sim senhor. Qualquer dia habilitam se a ser chamadas de "imprensa"
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